Almoço de Domingo

06/08/2012

Sabe aqueles momentos que valem a pena, apenas pela alegria e descontração usufruída? Considero esses os mais especiais e os coleciono em minha caixinha de memórias.

Ontem, pleno domingão, recebi em casa para o almoço uma amiga de Belo Horizonte que estava no Rio para resolver algumas pendências particulares. A conheci pela internet, já que escrevíamos no mesmo blog sobre séries de televisão e, com troca de emails diversos e conversas via skype, criamos um carinho um pelo outro. Já a conhecia pessoalmente, de outra vinda dela ao Rio, tempos atrás. E o reencontro foi tão gostoso, regado a comilança e bebidas.

Ela estava no Rio para tirar seu visto, já que vai fazer metade do seu doutorado na Inglaterra. Fiquei tão feliz por ela. Tenho mó orgulho desses meus amigos cabeça, cheios de foco e projetos acadêmicos. E uma certa invejinha, já que tenho uma preguiça mortal de me dedicar a coisas do tipo.

Em casa, com mais duas amigas queridas e o namorido, preparei um almoço gostoso (ficou delicinha: lasanha e cortes de frango ao forno), tomamos um vinho espanhol que ninguém sabe quem deixou na minha casa (abafa!) e apreciamos uma sobremesa deliciosa feita pela amiga de BH (bombom aberto, uma coisa boa boa, com base de brigadeiro branco, morangos picados e cobertura de chocolate meio-amargo… Nhammmm!).

Fora os papos, as fofocas e o carinho no ar.

Adoro domingos. E adoro amigos. Principalmente aqueles que, mesmo distante, quando presentes, fazem a vida da gente tão mais divertida.


Eu Vou Bem, Obrigado!

01/07/2011

A frase que mais tenho ouvido nos últimos tempos tem sido:

“Nossa, você está sumido. Como você está?”

O que mais acho engraçado é que nem estou tão sumido assim. Mesmo namorando, tenho saído, ido à festas, visto meus amigos, mesmo que com uma frequência menor. Só que como não carrego mais comigo o status de Solteiro, as pessoas tem a impressão de que eu sumi da vida social, só porque saí do mercado.

Analiso isso de outra forma: fui eu quem sumi ou os outros que se afastaram? Porque mesmo que eu negue um ou outro convite, estou quase sempre disponível para um bom papo e algum momento de descontração junto às pessoas que gosto. Conciliar as agendas pode não ser fácil, mas não é lá uma tarefa das mais difíceis.

Aos mais curiosos, como diz o tema do post, eu vou bem, obrigado! Ando feliz, redescobrindo que a rotina de uma vida a dois pode ser das mais interessantes e me ocupando com a felicidade. Aquela fase de paixão desenfreada de início de namoro vai dando uma abrandada e a gente vai apreciando as pequenas sutilezas do sentimento pelo outro. Do peso de um sorriso, das características de um olhar, do simbolismo de fazer as refeições juntos.

E tem os planos. Tantos e tão aguardados. Em outubro férias a dois, passeando por um roteiro especial que envolve Itália e Espanha. E a vida a dois, pelo visto, vai ser oficializada. Se não por papéis, mas pelas ações, que, a cada dia, vão se tornando mais concretas e objetivas. Mas isso é assunto pra outra hora.

Àqueles que se importam, estou bem. Feliz e meio ocupado e/ou sem vontade de postar aqui. Gosto desse espaço, do blog, de dividir as coisas e ficar bem ao exercitar a escrita, mas já faço tanto isso ultimamente. Escrever, há tempos, deixou de ser um hobby e ganhou contornos mais sérios para mim. Projetos surgiram, foram postos em prática e eu não fugi do desafio. Mas não abro mão de ter esse blog que um dia já abrigou um lado B e que hoje, provavelmente, me revela com mais nuances que um dia achei que revelaria.

A vida, a doce vida, vai seguindo seu curso e a gente se adequando, moldando, vivendo. Mas, como o papo é de amigos, depois de saber de mim, pergunto: e vocês, como estão?

😉

 

Happiness hit her like a train on a track
Coming towards her stuck still no turning back
She hid around corners and she hid under beds
She killed it with kisses and from it she fled
With every bubble she sank with her drink
And washed it away down the kitchen sink…
Dog Days Are Over (Florence + The Machine)

Um Pouco Sobre Amizade

15/04/2011

Fico a pensar sobre o que rege as amizades. O que leva alguém a ser amigo de outra pessoa, a se doar, a querer compartilhar sua existência – regada a felicidades e tristezas – com outro alguém que, se não fosse a nossa escolha, nunca faria parte da nossa vida.

Amizade é, e eu já falei disso, afinidade. É se ver no outro, estar à vontade naquele meio, fazer parte de algo. É um relacionamento mais genuíno, porque você é amigo simplesmente porque é amigo. Diferentemente do amor ou da paixão, não há tesão regendo esse sentimento que, regado ou não, tende a ser tão belo.

Dias desses, numa terça-feira gastronômica, no meio de um verdadeiro orgasmo salivar, acompanhado de minhas quatro fiéis escudeiras e de meu namorado lindo eu pensava sobre o assunto. E, ao pensar sobre isso, me dei conta de que como, quase sempre, os iguais realmente se reconhecem.

Nesse grupo específico, somos todos bem parecidos, apesar das nossas muitas diferenças. O politicamente correto passa longe de nós e ninguém poupa o outro. Cínismo e ironia transbordam na nossa convivência e, sinceramente, não vejo como poderíamos ser mais amigos. Por essas quatro meninas, especificamente, eu seria capaz de fazer coisas que, desculpem-me a sinceridade, eu sequer cogitaria fazer para meu irmão.

Claro que as nossas diferenças às vezes saltam aos olhos, mas acredito que seja essa diferença em especial que dá a liga da relação. E me pergunto, muitas vezes, como entre tantos, acabamos nos escolhendo. Para, no final, deixar essa dúvida pra lá e curtir essa nossa relação, tão divertida, tão intensa, tão sincera. Mais divertido ainda é pensar que nos conhecemos e ficamos amigos no trabalho, logo lá, onde ferrar o outro é quase sempre a tônica existente.

Meninas, vocês sabem quem são e é pra vocês esse post bobo. Porque, querendo ou não, somos tão fofos!

Afinal, sem vocês, eu nem teria a oportunidade de me sentir TÃO normal. Obrigado por serem as minhas loucas preferidas do coração!

😛

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Canção da América (Milton Nascimento)


Afinidade

15/02/2011

Quem consegue me explicar esse sentimento que nos toma quando conhecemos alguém que parece sempre ter estado em nossas vidas? Por que com algumas pessoas as coisas são tão mais fáceis e com outras tão mais difíceis?

Você conhece a pessoa, sai com ela e então, em questão de minutos, está falando de sua vida, sem se esforçar pra ser simpático, simplesmente sendo você. Fala, ri, vê o sorriso do outro, sente que aquilo é recíproco e não quer que aquele momento termine. Quando termina, você quer saber quando poderá conversar mais, ter momentos como aquele novamente.

Afinidade ocorre com amigos. Com aqueles irmãos que não tem os mesmos pais que você, mas que pensam igualzinho, tem alguns dos mesmos defeitos e qualidades, ri das mesmas coisas bestas e fica puto com o mesmo que você. Mas não é só isso. Você pode ter afinidade com alguém completamente diferente de você, mas que te complete, te instigue, te mostre novas possibilidades e te apresente um novo mundo. Meus amigos, os que ganharam esse rótulo, são perfeitos exemplos de afinidade para mim. Tudo farinha do mesmo saco, conforme diria minha avó.

Afinidade existe entre pessoas que se gostam. O beijo pode ser bom, o sexo pode ser fantástico, mas o papo flui facilmente, os silêncios não são constrangedores e a presença da pessoa te basta. Olhar nos olhos é divertido, descobrir sinais característicos, marcas de expressão, explorar aquela pessoa que lhe parece tão familiar apesar de tão pouco tempo ao seu lado.

Afinidade é querer mais e querer agora. É querer que o tempo não passe, que o relógio pare, que o mundo se exploda. Afinidade é congelar aquele momento e querer viver ali para sempre. Mas, quando o tempo passa e a vida segue, é a afinidade que faz com que o reencontro seja uma continuação daquele momento onde paramos.

Arthur da Távola foi melhor que eu e disse bem:

“Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado.”

Pra mim, não há muito mais a ser dito. Só que afinidade é bom. Muito bom. Viciantemente bom! Bom pra caralho!

Mr. Jones and me tell each other fairy tales
And we stare at the beautiful women
“She’s looking at you.
Ah, no, no, she’s looking at me”
Smiling in the bright lights
Coming through in stereo
When everybody loves you,
You can never be lonely…
Mr. Jones (Couting Crows)


Virgindade

15/12/2010

Eu tenho um amigo virgem. Não sei se ele se guarda para alguém, se o é por falta de coragem ou se não se considera pronto para deixar de ser virgem. Eu (e todo mundo), claro, sacaneio demais essa particularidade de sua vida, mas, sinceramente? Acho até que é bonitinho esse estado. E penso que transar pela primeira vez não deve ser uma obrigação devido às pressões dos amigos/sociedade. Se fosse para eu falar sério com ele (mas isso ia tirar muito da graça de sacaneá-lo por ser virgem) ia dizer apenas uma coisa: relaxa! Tudo acontece na hora certa, por mais clichê que isso possa parecer.

Dias atrás, conversando com um grupo de amigos, falávamos sobre nossa primeira vez. Sobre como, quando somos virgens, ansiamos aquele momento, esperamos, fantasiamos, temos medo de decepcionar. E, a conclusão geral é que a primeira vez quase nunca é boa. A minha, pelo menos, não foi. Toda aquela carga de obrigação e toda aquela tensão acabam tirando um pouco a magia da parada. Depois que você perde aquele maldito status de virgem, você pode se soltar mais, ir descobrindo o sexo e como o encontro de dois corpos (às vezes, três, mas divago) pode ser tão bom. Na verdade, você se permite explorar mais, não tem a vergonha de fazer algo ‘errado’ e desapontar o outro. Você pode ser um pouco mais egoísta e descobrir o próprio prazer.

Sou daqueles que acham que sexo se aprende com a prática. Quanto mais se pratica, melhor pode ficar. E não me refiro apenas à virgindade em si. Pois, você deve concordar, sexo com intimidade é sempre melhor. Por mais espetacular que tenha sido aquela foda com alguém que você acabou de conhecer, o sexo tende a melhorar com a intimidade que se adquire depois que se passa a conviver. E não estou entrando no mérito de que ‘sexo com amor’ é melhor (até é, fazer sexo apaixonado é bom pracarai), mas sim dizendo que quanto mais você conhece o outro e o outro te conhece, mais gostoso o envolvimento sexual pode ficar.

Mas para a primeira vez, acho legal que seja feito com alguém que seja cuidadoso e saiba que por mais idiota que seja, a gente dá valor àquele momento. É como um rito de passagem, na verdade. Já fui o primeiro cara de algumas pessoas nessa vida e acho que desempenhei o papel direitinho. Não porque sou o fodão desvirginador, mas sim porque sei que apesar da insegurança, todo mundo quer se sentir especial naquela hora e eu sei fazer isso quando quero. #ModestiaFeelings

No fim das contas, uma hora (quase) todo mundo deixa de ser virgem. E com o passar do tempo e das experiências, nos damos conta de que dávamos valor demais a um status que pouco quer dizer e que quase nada fala sobre nós. E chegamos ao ponto da vida em que quando alguém fala de virgindade, temos de nos esforçar para nos lembrar da época em que fomos assim… A long time ago…

Like a virgin, touched for the very first time
Like a virgin, with your heartbeat next to mine…
Like a Virgin (Madonna)


Bonito É, Se Bonito Lhe Parece

25/11/2010

Tenho quatro amigas do trabalho. Quatro meninas que entraram na minha vida por causa da empresa, mas que ficaram e hoje fazem parte dela, me divertem e formam um grupo um tanto quanto diferente. Poderiam ser o quarteto de Sex and the City e eu o Stanford, o amigo gay, se minha vida não fosse bem mais interessante e movimentada que a das quatro juntas, rs. Foram elas quatro as primeiras pra quem contei, morrendo de medo, que era gay sim e foda-se o mundo. E são elas (nº 1, nº 2, nº 3 e nº 4) com quem tenho os papos mais surreais e divertidos do mundo.

Essas mesmas quatro mulheres vivem me apontando e me chamando de fútil ao afirmarem que eu não ficaria com um cara feio. Afirmação essa que eu contesto, afinal, beleza é um conceito relativo e o que pode ser bonito para mim, não necessariamente será para você. Mas elas duvidam e riem quando eu digo que ficaria com um feio. Tenho culpa se quase não acontece?

Eis que por causa desse assunto, uma delas se deu conta de que com ela acontece sempre o contrário. Ela só fica e se vê atraída pelos feios. Simples assim. Foi assim que fizemos um trato de que ela teria de ficar com um bonito e eu com um feio. Mas, fazer o quê se a vida não colabora?

Ela anda agora toda empolgada porque descobriu o tal do Badoo. Eu, que sempre recebia uns convites para adentrar no site, nunca dei importância para o dito cujo. Para mim era apenas mais uma rede social, tipo o Orkut (que eu nem uso mais). Mas, pelo que uma outra pessoa nos informou, o Badoo é praticamente o Manhunt dos heteros. E, empolgada com essa informação, minha amiga desbravou o admirável mundo dos encontros virtuais.

Depois de criar um perfil, em apenas algumas horas ela foi abordada por vários e diferentes caras. Peneira um pouco e uns privilegiados foram parar no seu MSN. Desses, ela conseguiu agendar três encontros, com três caras diferentes. Segundo ela, dois lindos, gostosos, cheirosos e afins; um, feio. Adivinha de qual ela gostou mais, mesmo tendo dado uns beijos nos três? Do feio, claro, que diferentemente dos outros, ganhou outros encontros e outros beijos.

O ‘feio’ é o mais inteligente, simpático e, segundo ela, mais foda dos três. Tão foda,  que ela – uma fashionista de plantão – me contou com olhos brilhantes como ele estava vestido num dos encontros dos dois: camisa gola V preta, jeans e havaianas retrô (aquelas, de solado branco e tiras azuis ou pretas, que quando eu era criança eram consideradas chinelo de pobre). Então tá, então, né?

Eu, como ela, prefiro estar com uma pessoa foda ao meu lado do que exibir um troféu por aí. O problema (ou não) é que eu normalmente dou sorte e conheço caras bonitos E interessantes. E com uma equação dessas, pra quê abrir mão e/ou dispensar? Eu me divirto, oras! Problema deles, que devem ser cegos e dão trela pra mim. Eu que não vou reclamar.

Dessa forma, todos ficam felizes. Bonitos, feios e aqueles que a gente não sabe definir exatamente o que são, os exóticos. Afinal, é sempre válida a velha máxima: há sempre um chinelo velho para um pé cansado. Ou não.

Whatever… Eu ainda hei de ficar com um feio. Questão de honra provar que eu consigo. Mas coloco isso na minha gaveta de projetos de longo prazo. E ponto final.

I am beautiful no matter what they say
Words can’t bring me down
I am beautiful in every single way
Yes, words can’t bring me down
So don’t you bring me down today…
Beautiful (Christina Aguilera)


Meredith & Cristina

02/10/2010

Quem me conhece um pouquinho sabe o quão viciado sou por séries de televisão. E entre as minhas preferidas, uma delas é Grey’s Anatomy. Adoro acompanhar a vida dos cirurgiões do Seatle Grace Hospital. O mais legal é que apesar de ser uma série médica, Grey’s vai além disso e é muito mais sobre a vida dos cirurgiões do que sobre medicina. E eu adoro isso.

Entre os personagens da série e suas mil relações e interrelações, gosto muito do ‘casal’ Meredith Grey-Cristina Yang. Porque não, elas não são um casal propriamente dito, mas a relação de amizade delas é tão verdadeira, passa tal credibilidade, que é impossível ser indiferente. Você pode achar que Meredith tem uma cara de caneca fulltime, que Cristina parece andar com um bisturi enfiado no rabo, mas não há como negar: elas são amigas, não importa como elas vivam essa amizade.

Afinal, ser amigo é isso, saber que o outro é seu porto seguro, pra onde você pode correr quando precisa e necessita de colo. Amigo é aquele que vai te falar as maiores barbaridades na cara e você vai continuar sendo amigo; é aquele que você vai ver se preparando pra fazer a maior cagada da vida, vai dizer ‘tu vai se fuder, criatura’, mas mesmo assim vai apoiar, afinal, amigo te mostra a merda, mas não necessariamente te impede de pisar nela.

E eu, meus caros, sou feliz por ter uma Cristina na minha vida. Porque sim, eu tenho. Um amigo irônico, sarcástico, muitas vezes mal humorado, mas uma das pessoas mais doces do mundo. Nada a ver com Cristina nesse aspecto, certamente, mas mesmo assim, a minha Cristina. Não sei porque, mas ele mesmo convencionou ser a Cristina e eu a Meredith, mas tá valendo. Sil, já citado algumas vezes aqui, é esse cara, que, tenham certeza, é O cara.

Sil é uma pessoa interessante. Ciumento que só, normalmente odeia meus outros amigos à primeira ouvida. Basta eu citar alguém que ele já não gosta. Tem como não amar (aliás, esse é seu bordão)? Mas é também uma pessoa fácil, fácil. Basta que saibam lidar com ele para que conheçam um amigo disposto a tudo para te ver sorrindo e que não mede esforços para te ajudar no que quer que seja.

Sil é meio mágico. Nas festas, quase sempre, desaparece no meio da balada e só dá notícia no dia seguinte. Pelo menos costumava ser assim, mas acho que o estoque de Pó de Flu tá acabando, já que nas últimas vezes ele ficou até o fim e, juntamente com Lah (o outro vértice do nosso triângulo) até mesmo traçou um plano infalível de dormir na minha casa, na MINHA cama, enquanto eu dormia no colchonete! ¬¬’

Sil é amigo. Só digo isso. E quem se permite conhecê-lo só lucra e é brindado com muito carinho e amor. Porque ele é desses, meus caros: dos melhores!

E o Autor aqui, com seu lado meio dark and twisted sabe que pode contar com a sua própria Cristina Yang na vida. Aliás, esse post só nasceu porque ele mesmo me inspirou. Dia desses, recebi por DM no Twitter a seguinte mensagem de Sil, antes de editar um texto dele sobre Grey’s Anatomy (sim, além de amigo, sou seu editor):

“Amigo, ao ler e editar o texto, saiba de uma coisa: você é a minha Meredith! Bjos”.

Me digam: tem como não amar?

2 am and she calls me ‘cause I’m still awake
Can you help me unravel my latest mistake
I don’t love him , winter just wasn’t my season
Yeah, we walk through the doors, so accusing their eyes
Like they have any right at all to criticize
Hipocrites, you’re all here for the very same reason!
Breathe (Anna Nalick)